julgamos que viver era abraçar
o rumor dos pinhais o azul dos
montes e todos os jardins verdes
do mar apagam - se exteriores e
tornam - se os fantasmas que sonhamos
porquê jardins que não colheremos límpidos
nas auroras a nascer porquê o céu e o mar
se não seremos nunca os deuses capazes
de o viver

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