domingo, 26 de junho de 2022

bebido

o luar èbrios de horizontes

julgamos que viver era abraçar

o rumor dos pinhais o azul dos

 montes e todos os jardins verdes

do mar apagam - se exteriores e

 tornam - se os fantasmas que sonhamos

porquê jardins que não colheremos límpidos

nas auroras a nascer porquê o céu e o mar

se não seremos nunca os deuses capazes

de o viver

 

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