na contorção do que se me
propõe o mundo não se esquiva
à inquisição o medo não è bom
amigo o medo indica a minha
forma de não ver a vã provocação
que estreito este caminho que murado ?
tão pouco eu ousasse e já seria talvez
o passo necessário no sentido de ter
ou de abster - me mas sempre a um passo
um movimento a voz um surdo grito sussurrando
o enleio que o amor conhece entre-tecendo com
a hera que cobre o corpo a matéria do meu espírito
o seu siglo a disputa os meus dispersos sentidos

Sem comentários:
Enviar um comentário